Hoje sou forte!
Mentira, estou frágil.
Verdade, estou bem.
Hipocrisia, sinto coragem!
Hoje, tenho vinte e quatro.
Verdade, estou madura.
Mentira, estou segura.
Quem sabe, isso é verdade.
Hoje, é diferente.
Mentira, dos dezessete.
Verdade, sou mais rebelde.
Quem sabe, mais covarde.
Hoje, não sou mais sozinha.
Verdade, sinto saudades.
Mentira, sinto que estou perdida.
Hipocrisia, é tudo vaidade.
Hoje, ninguém quer saber como estou!
Que pena, isso é verdade.
Grace Kelly
15 de Novembro de 2011 - Dia da Proclamação da República e eu poetizando.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Sobreviver
Hoje acho que apenas sobrevivi. Apenas respirei no tempo certo e comi por comer. Li por ler, andei por andar. Não dancei, não vibrei, não dei graças, não amei. Apenas sobrevivi.
Sabe que, o que mais sinto é exatamente não sentir as coisas como antigamente. Não senti o dia, as canções, as pessoas como antes. Quem será que me tornei?
Hoje me desconheci, me estranhei, me desencantei. Apenas persisti em sobreviver.
Agora, apenas sobrevivi. Não sei mais se digo coisas com coisas, ou se o que digo faz sentido. Não sei se as pessoas ao meu lado sabem de verdade o que eu tento falar constantemente. Mas sei que como um papel amassado não retornarei ao meu estado original.
Mas, ainda assim sobrevivo, constantemente um recomeço.
Grace Kelly Ferreira, 19/09/2011
Sabe que, o que mais sinto é exatamente não sentir as coisas como antigamente. Não senti o dia, as canções, as pessoas como antes. Quem será que me tornei?
Hoje me desconheci, me estranhei, me desencantei. Apenas persisti em sobreviver.
Agora, apenas sobrevivi. Não sei mais se digo coisas com coisas, ou se o que digo faz sentido. Não sei se as pessoas ao meu lado sabem de verdade o que eu tento falar constantemente. Mas sei que como um papel amassado não retornarei ao meu estado original.
Mas, ainda assim sobrevivo, constantemente um recomeço.
Grace Kelly Ferreira, 19/09/2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Poesia Nostálgica
Eis que bate a saudade
A falta intensa do antigo tempo
As lembranças fortes do passado
O que resulta no pranto
e contraditoriamente a maior riqueza desse presente efêmero.
Eis que bate a falta
A absurda falta de gente
E, o que seria de mim sem esse sentimento nivelador?
Que ao mesmo tempo reparte, entristece
E ao mesmo tempo enriquece, enaltece, engrandece.
Eis que bate a falta da original cidade
Falta dos rumores do povo
Da presença da imaginação
Da criatividade dos bons tempos
Falta da minha identidade.
Grace Kelly Ferreira
Criado em 20 de Agosto de 2011.
A falta intensa do antigo tempo
As lembranças fortes do passado
O que resulta no pranto
e contraditoriamente a maior riqueza desse presente efêmero.
Eis que bate a falta
A absurda falta de gente
E, o que seria de mim sem esse sentimento nivelador?
Que ao mesmo tempo reparte, entristece
E ao mesmo tempo enriquece, enaltece, engrandece.
Eis que bate a falta da original cidade
Falta dos rumores do povo
Da presença da imaginação
Da criatividade dos bons tempos
Falta da minha identidade.
Grace Kelly Ferreira
Criado em 20 de Agosto de 2011.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Cotidianamente
Diariamente, só diariamente a rotina me insulta, me suga, me tortura.
Os sonhos parecem estagnados, enquanto o tempo não para de passar
E é proibido parar pra pensar.
Ditadura da técnica, da produção, do consumo e consequentemente da irresolução.
Fica tudo pela metade.
De um jeito brasileiro de achar que esta tudo bem.
Ditadura do tempo, da irreflexão, do disfarce , da superficialidade.
Cotidianamente, o enfado, mesmo crendo no passageiro e no eterno
Enfado de coisas, tarefas repetidas, pessoas metidas, palavras mal ditas, ou não ditas.
Enfado de verdade, de falta de sinceridade, de falta de reflexão.
Grace Kelly Ferreira, 16 de Agosto de 2011.
Os sonhos parecem estagnados, enquanto o tempo não para de passar
E é proibido parar pra pensar.
Ditadura da técnica, da produção, do consumo e consequentemente da irresolução.
Fica tudo pela metade.
De um jeito brasileiro de achar que esta tudo bem.
Ditadura do tempo, da irreflexão, do disfarce , da superficialidade.
Cotidianamente, o enfado, mesmo crendo no passageiro e no eterno
Enfado de coisas, tarefas repetidas, pessoas metidas, palavras mal ditas, ou não ditas.
Enfado de verdade, de falta de sinceridade, de falta de reflexão.
Grace Kelly Ferreira, 16 de Agosto de 2011.
domingo, 10 de julho de 2011
VAIDADE
Inspirações fortes
Anseios desmedidos, destemidos.
Vontades de coragem
Amor de amores, temor de tremores
Explicações para entendimentos
Entender o quê, entender pra quê
Viver ou contemplar o tempo?
Calor rima com dor
Igualdade com liberdade
Eis que tudo é em vão
Tudo é Vaidade
Grace Kelly, 10 de Julho de 2011
Anseios desmedidos, destemidos.
Vontades de coragem
Amor de amores, temor de tremores
Explicações para entendimentos
Entender o quê, entender pra quê
Viver ou contemplar o tempo?
Calor rima com dor
Igualdade com liberdade
Eis que tudo é em vão
Tudo é Vaidade
Grace Kelly, 10 de Julho de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Uma carta
Vou atrever a externar coisas escondidas. O medo é passar o tempo e me lamentar aos 40. Essa mania de esconder sentimentos, ser imparcial. Talvez o medo absurdo de sofrer. Ou a esperança na fantasia, nos contos, na perfeição. Poderia usar esse método, quem sabe, na profissão.
Essa maneira tola de acreditar nos sonhos, no poder do tempo, na intuição. Mania de ser subjetivo. Mania de esconder. Esconder-se atrás das lembranças do tempo, atrás dos versos vazios, atrás das bonitas canções, atrás disso.
Quanta fragilidade escondida, quanta verdade sentida, quanto amor, quanta dor!
E eu que não sei ser objetiva. Procuro entender essa ligação humana ou divina. Mas que repartição. Divisão, ruptura de lembranças, presente e futuro. Ter que estar, olhar para trás, sentir e seguir.
E, eu que não sei ser objetiva, brigo com as palavras, e poetizo tudo. Bem aventurados os que interpretam as entre linhas!
Grace Kelly Ferreira, 15 de maio de 2011.
Essa maneira tola de acreditar nos sonhos, no poder do tempo, na intuição. Mania de ser subjetivo. Mania de esconder. Esconder-se atrás das lembranças do tempo, atrás dos versos vazios, atrás das bonitas canções, atrás disso.
Quanta fragilidade escondida, quanta verdade sentida, quanto amor, quanta dor!
E eu que não sei ser objetiva. Procuro entender essa ligação humana ou divina. Mas que repartição. Divisão, ruptura de lembranças, presente e futuro. Ter que estar, olhar para trás, sentir e seguir.
E, eu que não sei ser objetiva, brigo com as palavras, e poetizo tudo. Bem aventurados os que interpretam as entre linhas!
Grace Kelly Ferreira, 15 de maio de 2011.
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